Como incluir frutos do mar na alimentação das crianças?

Como incluir frutos do mar na alimentação das crianças?

Você sabe como incluir frutos-do-mar na alimentação das crianças? Nem sempre os pequenos aceitam bem esses alimentos  e, em outras situações, os pais ou responsáveis não sabem a partir de quando podem ser adicionados no prato dos menores. 

Tendo isso em vista, neste artigo, o Vivenda Camarão separou um guia que te ajudará a como introduzir estes alimentos nas refeições dos pequenos de modo criativo, diminuindo as chances de rejeição e trazendo um estilo de vida mais over the counter dieting essentials for weight loss trimming down the excess weight saudável em cada prato. 

Quer saber mais? Portanto, continue a leitura conosco. 

Dicas de como incluir frutos-do-mar na alimentação das crianças

Veja algumas dicas práticas que te ajudarão no processo para incluir os frutos do mar na alimentação dos pequenos. 

Faça pratos que eles gostam para acompanhar 

Se o pequeno gosta de arroz, batatas e abóbora, é interessante que, no momento em que for preparar o peixe ou outro alimento, use-os no preparo. Isso facilitará para que agradar o paladar no primeiro contato. 

Evite temperos muito fortes

Quanto menor for a idade da criança, maiores as tendências de sofrer com cólicas e dores abdominais quando é exposta a alimentos muito agressivos, como pimentas e temperos mais fortes. Portanto, tome os devidos cuidados com os temperos que utilizar para não se tornarem prejudiciais neste processo de conhecimento alimentar. 

Não ofereça cru no primeiro ano de vida

Os peixes e frutos-do-mar são alimentos com rápida deterioração. Tendo isso em vista, não é recomendado por especialistas que a oferta do alimento seja crua no primeiro ano de vida para evitar cólicas e problemas de digestão. 

Se desejar oferecer entre os 6 e 12 meses, oferece sempre cozidos. Após o primeiro ano de vida, não há mais problemas neste tipo de oferta.

Cuidado com as espinhas

Experiências ruins fazem com que os pequenos fiquem traumatizados e não queiram mais passar por determinada experiência alimentar. Por isso, é importante se manter atento quando a possibilidade do alimento que estiver oferecendo apresentar espinhas ou alguma parte como casco mais duro, que possa causar dores nos dentes ou na garganta. 

Os alimentos com casquinhas ou espinhas devem ser ofertados para as crianças somente quando estiverem maiores e conseguirem distinguir a diferença deles para a carne. E, da mesma forma, é importante que esteja sempre do lado e não os deixe comer sozinhos para não correr o risco de engasgar. 

Remova as espinhas antes de fazer as receitas e fique de olho para se certificar de que nenhuma delas passou sem querer. 

Quais frutos do mar podem ser consumidos por crianças? 

De acordo com nutricionistas, os bebês a partir de seis meses podem ingerir estes alimentos em suas refeições, sendo indiciado que estejam bem cozidos e higienizados. Pode-se começar a sugerir para os pequenos: camarão, lagosta, caranguejo, entre outros. 

Utilize cremes com poucos temperos para evitar problemas com a digestão, afinal muitos ainda não se desenvolveram completamente. Não use muita pimenta ou produtos com sabor intenso. 

Elabore pratos criativos e bem coloridos, de preferência acompanhados de algum alimento que os pequenos já estejam acostumados comer. Por exemplo, se a criança adora arroz, seria interessante servir um camarão ou outro peixe com arroz, dessa forma, as chances dela recusar são menores. 

Mitos de consumo de frutos do mar por crianças

Existem muitos mitos que circulam na internet e no senso comum de pais e mães sobre o consumo de peixes na alimentação dos menores de idade. No entanto, a maioria deles não tem embasamento científico. Confira, abaixo, quais são os principais deles: 

Os peixes nem sempre são ricos em nutrientes: tudo que é natural possui nutrientes, alguns possuem mais de determinada vitamina enquanto outros, menos, mas isso não quer dizer que não sejam benéficos para a saúde. Por isso, não deixe de incluir na alimentação!

São calóricos e engordam: na verdade, os frutos-do-mar possuem menos calorias que a carne vermelha e os ovos, por exemplo. Além disso, são ricos em fibras que fazem com que a digestão seja lenta e não ocorra o pico de insulina no sangue (ótimos para diabéticos). 

Peixes e frutos-do-mar, no geral, são ricos em ômega-3, proteínas e fibras recomendados para a reposição de opúsculos e rejuvenescimento da pele. 

Grávidas não podem comer peixe cru porque trará consequências para a criança: também existe o mito que uma grávida não poderá sequer comer comida japonesa porque isso trará consequências negativas para a saúde da crisma. 

Entretanto, isso não passa de um mito, afinal, infecções devido a alimentação podem ocorrer com qualquer alimento, e os peixes não são mais poderosos que os demais. 

Quanto mais escuro for o peixe, mais rico em Ômega-3 ficará:  na verdade, de acordo com um estudo lançado pela Circulation, não é a cor que determina a quantidade de vitaminas e nutrientes de um peixe e, sim, a sua origem. Geralmente os peixes originados de águas mais geladas são os mais ricos em nutrientes, apesar de não ser uma regra. 

Receitas que costumam ser bem aceitas por crianças

Você sabe quais são as receitas que costumam ser bem aceitas pelas crianças quando estamos falando de inclusão de frutos-do-mar na alimentação? 

O filé de bacalhau com crosta de gergelim ao forno pode ter a sua receita tradicional alterada – visto que leva pimentão e pimenta em seu modo de preparo  para ficar com um sabor mais suave e não cause cólicas intestinais nos pequenos. 

Este prato fica pronto em alguns minutos com o sabor simplesmente incrível, não contém espinhas e fica desmanchando na boca. Por isso, sua mastigação é simplificada e não há risco algum da criança se engasgar. 

O camarão na moranga também é uma opção marcante e suave para os pequenos. A moranga garante uma série de benefícios para a saúde, tais como a melhora da visão e melhor formação dos tecidos. Outra vantagem proporcionada pela alimentação com a moranga é a melhora do sono. 

E então, tem mais alguma dúvida ou dica de como incluir frutos-do-mar na alimentação das crianças? Comente conosco e ajude outros leitores. 

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